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Vai, vai, vai viver Fui ver "Vinícius", ontem, o documentário. Quase deixei passar, porque tinha uma vaga antipatia pelo biografado, algo a ver com os carioquishmosh e um pouco de mágoa periférica também. Começa meio chatinho, com aquele velho e sarnoso recurso de colocar uns atores DECLAMANDO seus textos, com a afetação que só os atores conseguem ter, aquela coisa "estou-gritando-para-que-as-pessoas-das-galerias-possam-ouvir". Depois vai melhorando, entram depoimentos, algumas cenas de arquivo, números musicais e o cínico sai do cinema pensando que a) o cara não era mau poeta e letrista, mesmo b) por baixo da mitologia toda, realmente existia uma pessoa interessante. O que mais me agradou foi o Vinicius do fim da vida, meio hippie, morando na Bahia, depois dos afro-sambas. Há que se ter talento para ser ao mesmo tempo porralouca e simpático. Me encantaria ser assim. |