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Sapateando sobre o contrato social Ontem de noite, depois de correr, fui pegar o Santiago na casa da vovó. Como tinha uma festa em alguma casa das redondezas, estacionei o carro uma vaga mais distante do que usualmente faço (cheguei a dar uma volta na quadra, antes, pra conferir se não tinha mesmo nada mais perto). Tirei a frente destacável do rádio e, como era pegar o Santiago e descer, mocozeei-a embaixo do tapete. Subi, troquei duas palavras com a minha mãe, botei um blusão no Santiago e desci. Com muito boa vontade, dez minutos. Quando cheguei não havia mais rádio nem frente destacável. Liguei o carro pra sair. Um som de ferro raspando no asfalto. Não acreditei. Saí do carro. Tinham levado o estepe, também, que tinha tranca, inclusive. Dez minutos. Abrir um carro, procurar a frente destacável (primeiro no porta-luvas, todo remexido), achar, tirar o rádio, abrir o porta-malas, abrir a tranca, retirar o pneu debaixo do carro, sair. Tudo isso numa rua movimentada, quase na frente de um edifício com vigia. Não sei bem o que faço mais. Terceiro estepe que me roubam, trancas não adiantam nada. Impossível deixar o carro na rua, nem que seja por dez minutos. Impossível ter um estepe. Questão de tempo até ter uma arma apontada na minha cara. Às vezes a idéia de lavar privadas na Suíça me soa mais interessante do que ser diretor de criação no Brasil. 28/07/2006 09:27 | Comentários (15) | TrackBack (0) |