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TAM é caso de cadeia Onze anos atrás o reverso de uma turbina funcionou fora de hora e derrubou um avião da TAM que havia acabado de decolar em Congonhas. Noventa e nove pessoas morreram. Agora à noite, depois de negar ontem qualquer defeito, a empresa confessou à TV Globo e ao Terra que o mesmo avião que atravessou a pista do aeroporto no triplo da velocidade normal de aterrissagem teve um defeito no reverso da turbina quatro dias antes do acidente e não passou por nenhuma revisão. Teve problemas para frear numa aterrissagem um dia antes da tragédia e não passou por nenhuma revisão. Está na hora da TAM ser fechada. Se não puder ser fechada, que haja intervenção estatal, afastamento da atual diretoria pela Justiça, rebelião dos acionistas, o que for. O argumento na nota oficial da empresa de que o avião estava nas normas da Anac e da Airbus não quer dizer nada se for constatado que o problema foi mesmo na turbina. O presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, deveria então tentar explicar isso aos parentes dos mortos. E se as normas aéreas são tão frouxas que prevêem um prazo de dez dias para a manutenção quando uma turbina deixa de funcionar, voar é aquilo que me fez passar a odiar viajar de avião nos últimos anos. Questão de sorte. Apenas sorte. # alexandre rodrigues | 19 de julho Comentários (1) | TrackBack (0) |
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